sexta-feira, 13 de março de 2015

o princípio, o meio e o fim

O que viria antes do Big Bang inicial? Segundo vários cientistas, o nada. Mas, também segundo a ciência e outros renomados cientistas, tudo no universo tem princípio, meio e fim, o que incluiria o próprio universo. Logo, se tudo tem princípio, meio e fim e o Big Bang é o início do universo tal qual o conhecemos (conhecemos?), o que existiria antes do Big Bang, apesar dos que contestam essa dúvida? E qual será o fim desse mesmo universo? E nessa toada, que tenta encontrar um significado para a vida, sem que tal questão nos leve à demência prematura, não será absurdo afirmar que esse mundinho, tal qual o conhecemos, terá também o seu princípio, meio e fim. Como será isso? Nenhum de nós tem a menor ideia a respeito, mesmo os cientistas mais estudiosos e interessados no assunto. Distraía-me com tais “maluquices” enquanto andava pelo centro da cidade e observava o vai e vem dos vários funcionários que trocavam de turno ou vinham de seus escritórios nas redondezas para o almoço, para ida as compras, de mães com seus filhos menores a curtir o final das férias de verão. Foi quando comecei a reparar e contar o número de pessoas que passava com seus aparelhinhos eletrônicos, tablets e celulares menos ou mais sofisticados. Distraídos e pouco interessados com o que passava à sua volta, concentrados nas mensagens que liam ou escreviam, sérios ou com sorrisos iluminados, num balé impensável há dez anos, inseriam-se todos nesse novo mundo que dá também os seus primeiros passos em novas formas de comunicação. E de comportamento. Comunicação que, paradoxalmente, começa a provocar o isolamento das pessoas. Como? Não sei quantas vezes vi em mesas de restaurantes: famílias, casais de namorados, quatro amigas ou amigos onde a maioria, senão todos tinham celulares nas mãos e não conversavam entre si. Festas infantis onde boa parte dos adultos fica com um mini cachorro quente numa mão e o celular na outra. Porteiros e seguranças de edifícios (imaginem, seguranças) não largam seus celulares. Já é conhecida a anedota que após uma reunião de condomínio, dois dos participantes que quase iniciaram um diálogo à saída da reunião combinaram terminar a conversa através de seus iPhones. Ou trocar e-mails: o whatsapp era uma novidade. Quantas horas o leitor passa por dia com celulares de última geração ou mesmo num iPad ou num PC caseiro à procura de saber o que se passa à sua volta, ou misturando trabalho e lazer? Tem caído consideravelmente o número de leitores de jornais diários e revistas semanais. E também a audiência de canais abertos de TV. Baixado o rendimento de funcionários em empresas mais moderninhas. Não é por acaso que sociólogos e psicólogos e muitos estudiosos do comportamento humano investigam a causa de mudança tão brusca na forma de comunicação do homem contemporâneo. A linguagem cifrada nas redes sociais, em particular no facebook e no twitter começa a empobrecer a escrita. Seus usuários começam a se viciar em incontáveis entradas diárias na internet e começam a ter dificuldades em comunicação verbal frente a frente. E podem ter a certeza de que não estou exagerando. Se um de nós consegue reunir amigos e travar um diálogo olho no olho, basta a primeira dúvida surgida quanto a determinado assunto, por exemplo, e pimba, todos aos celulares para entrar no Google e procurar as respostas. A partir desse momento a maioria corre aflita para as últimas do facebook, uma das maiores fontes de narcisismo e hipocrisia criadas pelo homem. Alguém ainda se lembra de como surgiu o facebook? A motivação do seu inventor? Calma, calma. Como toda invenção do homem, o facebook e o twitter têm também o seu lado bom, não é verdade? Como a imprensa, os aviões, a energia nuclear e muitas outras coisas que também destroem. Mas isso já é uma conversa desinteressante e para muitos, sob certos aspectos, ultrapassada. Voltemos àquela dúvida inicial: nosso planetinha tem princípio, meio e fim. Qual seria o ponto de inflexão entre o princípio e o fim? Já foi superado e não o percebemos? Estamos entrando nele? Ainda demora? A comunicação e principalmente a falta dela pode ser um indício. A falta de comunicação costuma gerar falta de informação ou informação propositalmente distorcida ou falsa, chegando a provocar crises, revoluções, guerras, com suas fomes, epidemias e desempregos. O avanço da tecnologia eletrônica deixa a mundo mais informado e cada vez mais confuso, pois em segundos recebemos notícias que em outros segundos são contestadas, gerando uma “síntese”, que também pode ser contestada em segundos depois. Em quem acreditar? Em qual jornal, emissora de rádio, revistas, telejornais e reportagens sensacionalistas? Afinal, a informação, o conhecimento, o saber estão a serviço de quem? Da humanidade como um todo ou de alguns grupos econômicos e países que dominam e controlam a informação como querem, mesmo que possam ser contestados aqui e ali, mas sem que isso coloque em risco o domínio de 1% da população sobre os outros 99%? E vai piorar, pois estamos apenas no início de uma lavagem cerebral, de um manipular de consciências no varejo, enquanto o poder de fato se consolida com a proteção, no atacado, dos arsenais nucleares instalados em alguns poucos países. Ou é a minha verdade ou não é a verdade de mais ninguém.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Desilusão

“Desilusão, Desilusão, danço eu dança você, na dança da solidão”. A Desilusão é uma palavra muito forte, o desapego da esperança. Muitos revolucionários dizem que não somente o estado de miséria é capaz de alimentar o espírito revolucionário do povo, e sim a desilusão de melhoria, a solidão da falta de esperança. A desilusão é o alimento da esquerda. 

Muitos, inclusive, vibram com situações com a precarização do povo, veem diminuição de direitos como alimento da sua tentativa de chegar ao poder. No final de contas, estes só usam demandas da população como plataforma políticas. São contrarrevolucionários antes mesmo da revolução. Che Guevara dizia que o principal problema do pensamento revolucionário de vanguarda é a separação entre eles e massa, passam a focar tanto num determinado ideal que esquecem das reais demandas da população, havendo aí a quebra do pensamento revolucionário. 

Quando, num determinado momento histórico, uma força política que logrou representatividade e legitimidade diante da classe trabalhadora para representá-la desvia de seu rumo e sofre as auguras do transformismo, ele não perde de imediato a referencia dos trabalhadores, mas estes sabem que há algo errado. Che percebeu que isso ocorria em Cuba, e isso ocorre com a esquerda brasileira, que ou se corrompeu, ou se isolou na vanguarda. 

O contrarrevolucionário, continua Che, não é apenas o que luta contra as transformações, mas também “aquele senhor que valendo-se de sua influência, consegue uma casa, consegue depois dois carros […] obtém tudo que o povo não tem”, e conclui: “contrarrevolucionário é todo aquele que contraria a moral revolucionária”.

Então a esquerda nunca esteve tão fraca? Talvez sim, mas ainda resiste em movimentos como MTST que conseguiu, até o momento, unir a ideologia revolucionária e as reais demandas da população. Por outro lado, a essência do movimento contrarrevolucionário cresce como nunca, e como disse Zizek “O crescimento do fascismo é, em outras palavras, o fracasso da esquerda e, simultaneamente, prova de que subsiste um potencial revolucionário, uma insatisfação, que a esquerda não é capaz de mobilizar.” Nem toda a direita brasileira é fascista, sei disso, mas quer, antes de mais nada, quer impedir avanços reais e necessários para nossa sociedade e cresce a partir da incompetência da esquerda. 

Diante disso, fico eu com a música do Paulinho da Viola  “Desilusão, Desilusão, danço eu dança você, na dança da solidão” torcendo por um caminho à esquerda. 

 

segunda-feira, 11 de março de 2013

A verdade dói


Tempo, dinheiro e prestígio eram coisas que aquele velho tinha em abundância. Graças a seus feitos, era respeitado em todo reino, da família real aos mais humildes lenhadores. Durante os longos meses de inverno que massacraram aquela terra, sua casa era uma das únicas a receber queijos, frutos e aves frescas do governo. Qualquer coisa que quisesse obter ali, desde um simples pedaço de pão à terras do próprio rei, seria lhe integre.

Apesar de mais afortunado do que nunca, o velho nunca se sentiu tão triste. Seu filho mais querido havia sumido a semanas, e estava sendo acusado de crimes horrendos. Inclusive a que mais assustava a opinião pública do reino. A morte da linda criança, que possuía os mais belos cachinhos loiros do reino.

O velho estava a espera de notícias sobre seu filho, quando o silêncio da noite é interrompido pelo bater na porta, e o grito de uma voz que conhecia muito bem, do seu velho amigo caçador.

- Acharam seu filho, acharam seu filho.

O velho abriu a porta, com uma mistura de felicidade e vergonha pelos atos da pessoa que mais amava.

- Vocês o mataram? – Perguntou o velho olhando para baixo, devido a vergonha.

- Não, Não, ele está na prisão, mas o mais incrível é a confissão de vários outros crimes, sendo crimes muito mais assustadores, ele disse que ... O caçador foi interrompido pelo gesto de levantar a mão, pedindo silêncio, como se ouvir a confissão dos crimes da pessoa que mais ama, pela boca de outra pessoa fosse dolorido demais.

Ao chegar na prisão, o velho foi direto exclamando.

- Levem-me a meu filho já.

Devido ao respeito que todos tinham aquele respeitável senhor, o levaram diretamente a sala onde o meliante estava trancado.

- Por que fez isso? Por que matou a Cachinhos Dourados? O pai Perguntou indignado.

- Eu não a matei. Só informei a ela que encontraria três pratos de sopa, e três camas quentinhas prontas para se deitar. O problema foi que avisei aos ursos que haveria uma menina gorda dentro do seu abrigo. – E soltou um maquiavélico riso, e terminou. – Ela se tornou uma maravilhoso banquete para aquelas feras.

O velho não estava acreditando, e parecia estar atônico a que ouvia. Quando uma voz veio de traz dos dois, na entrada da porta.

- Parece que seu filho também é o responsável pelo sumiço das três sementes de feijão, que todos dizem que acabaria com a fome do nosso reino. Disse o homem da lei que acompanhava o encontro.

- Fez isso? – o Velho não queria acreditar

- Não - Respondeu seco o garoto - Só os dei para um menino inconsequente que subiu num pé de feijão e conseguiu a galinha dos ovos de ouro. – Fez uma pequena pausa, e colocou um sorriso em seu rosto, e concluiu. – Lógico que a venda dos ovos me trará lucros também.

- BASTARDO. Gritou o senhor, com uma raiva desértica dentro de si, compelindo um soco inesperado na barriga do Jovem. – Não deveria fazer isso, não lhe criei para isso.

- PARE DE ME BATER - Exclamou o jovem adulto – deixe terminar de contar meus crimes.

Havia mais crimes, e isso fez com que o velho sentasse numa cadeira próxima, como se não acreditasse no que ouvia da pessoa que criará. Podia não acreditar que aquilo tudo era verdade, sentia seu braço dormente, como se fosse ocorrer o pior a seu corpo. E o rapaz interrompeu o breve silêncio que consumia de tensão todos os presentes na sala.

- Sabe aquela criança que amava a avó, aquela que andava sempre com o capuz vermelho? Eu indiquei o caminho que a criança sempre percorria na floresta ao lobo. Eu odiava a forma como ela cantava – E disparou uma bela risada, e terminou -  Se não fosse o esse decrépito caçador, que diz ser meu padrinho, meu plano de me livrar daquela idiota se concluiria.

- Ela era uma criança. Falou sem acreditar, o velho, com a voz fraca como se não tivesse mais forças, pois sabia que aquilo não era mentira, tinha certeza que sua cria disse tristes verdades, e afirmou – Faz isso para chamar atenção.

- O senhor nunca me deu atenção, nunca! Sempre foi só trabalho. Disse com um certo grau de indignação o jovem.

E com suas últimas forças, o velho perguntou:

- Por que me envergonha perante ao reino?

O menino levantou, olhando o pai estirado na cadeira, totalmente sem forças. E gritou:

- POR QUE EU TE ODEIO.

Nesse momento o rapaz abaixou a cabeça para que ninguém visse o que inevitavelmente ocorreria, e quando levantou o rosto totalmente molhado pelas lágrimas, todos viram que seu nariz havia crescido de forma surpreendente. E repetiu com raiva.

- Eu te odeio. Mas dessa vez não falou com a mesma força, e seu nariz voltou a crescer, agora alcançando cerca de um palmo de sua posição original.  

sábado, 1 de dezembro de 2012

Quero tudo novo de novo - Poema


Quero tudo novo de novo
Quero não sentir medo
Quero me entregar mais, amar mais
Viajar até cansar
Quero sair pelo mundo
Quero fins de semana de praia
Amigos e abraça-los mais
Quero ver mais filmes
Comer mais pipoca, ler mais

Quero um trabalho novo
Quero acordar cedo
Quero ter momentos de paz, sentir mais
Aprender a dançar
Quero não achar tudo imundo
Quero beijar aquela menina de saia
Brigadeiro e cozinhar mais
Quero economizar de maneira firme
Sorrir mais, ajudar mais

Quero um sapato novo
Quero mais sossego
Quero sorrir mais, amar mais
Poder passear
Terminar meu estudo
Quero não me preocupar com a vaia
Bicicleta e olhar mais
Quero menos alarme
Mais chão, e menos vão e mais, mais e mais

Quero aceitar menos e mais
Quero menos prudência sem sentido
Quero fazer mais, suar mais
Aprender a amar
Ser menos surdo
Quero dizer que a amo antes que ela saia
Ao que odeio, abraçar e odiar menos
Quero não sentir tanta saudade
Pensar mais e pensar menos cada vez mais

Ter menos “mas”
Quero mais e tudo o mais


*Baseado numa prosa de Fernando Pessoa

terça-feira, 18 de setembro de 2012

O Rio Rebelde

Sobre a educação, o diagnóstico é preciso: "As escolas públicas estão sem alma." Educação séria, em qualquer lugar do mundo, requer horário integral e professores bem pagos, excluída a famigerada "terceirização", que destrói os vínculos entre os funcionários e os serviços. Em cada escola, autonomia pedagógica, observados parâmetros democraticamente construídos. A saúde pública também deve basear-se em médicos, enfermeiros e auxiliares concursados,estáveis e decentemente remunerados, encerrando-se a experiência das Organizações de Saúde/OS, uma privatização mascarada, baseada na anarquia salarial e na falta de compromisso dos profissionais com os centros de saúde e os hospitais: "Vamos fazer concurso público,até porque o dinheiro que banca as OS é público e muito." Quanto à habitação popular, critérios rigorosos na efetivação das chamadas "remoções": "A política atual é irresponsável." Em questão, uma "concepção de cidade".

O que se quer? Entregar a cidade aos negócios ou às pessoas? Dá para combinar os dois? Dá, mas numa "cidade de direitos". Freixo cita exemplos concretos: "Em Londres, por lei,metade das moradias daVila Olímpica foi destinada à população de baixa renda. A Vila dos Jogos Pan-Americanos na Barra foi toda jogada para o mercado imobiliário." Na área dos transportes públicos, "enfrentar o poder das empresas de ônibus, reunidas na Federação dos Transportes (FETRANSPOR)." Os consórcios funcionam como um cartel, impondo tarifas escorchantes, recusando-se a aceitar o bilhete único, praticado,há anos, nas grandes capitais do mundo. Em jogo, o "modelo rodoviário". O atual tem custo alto, polui e inferniza a vida das pessoas. Por que não viabilizar o transporte sobretrilhos? As vans assumiriam uma vocação "complementar", organizando-se licitações individuais, para neutralizar o poder das milícias. Finalmente, em relação à segurança, é falso dizer que se trata de matéria exclusiva do estado.

As milícias fundamentam seu poder em atividades econômicas que se efetuam em territórios determinados. Ora, tais atividades e territórios são - ou deveriam ser -regulados pela autoridade municipal. Haveria um largo campo a ser aí explorado, sempre em parceria com os governos estadual e federal, sem nenhuma conciliação com as milícias. Selecionei cinco questões essenciais. É clara, em todas elas, a vontade de mudança, respeitando-se os valores democráticos. A marca rebelde contra o marasmo, um sistema exaurido que se repete e se rotiniza à custadas grandes maiorias. Mas os sinais de rebeldia aparecem principalmente na mobilização e no incentivo à auto-organização das gentes.

A recuperação da militância gratuita e espontânea, motivada por valores – políticos e éticos. Cada reunião é um comício. Cada comício surpreende pela afluência das pessoas. Renasce o melhor da tradição democrática brasileira,viva e promissora,em especial na primeira metade dos anos 1980, com destaque para a participação de artistas, meio sumidos nos últimos anos dos embates políticos. Pois eles estão de volta, generosos e solidários. Não seria esta uma indicação de tendências profundas? A sintonia fina entre artista e sociedade? O exercício de cidadania não vai morrer após a campanha eleitoral. O candidato propõe - "eixo central da sua política" - a construção de Conselhos de Políticas Públicas e a reanimação das associações de bairros, destinados, em conjunto com os vereadores, a formular e a controlar a aplicação das políticas e das leis,viabilizando uma"outra concepção de governo", distinta do atual troca-troca de favores por votos, onde quase sempre se encobrem interesses escusos.

O Rio tem tradição rebelde. Em 1968, houve aqui o movimento estudantil mais atuante, e as maiores passeatas contra a ditadura. Na segunda metade dos anos 1970, a luta pela anistia -ampla, geral e irrestrita.Nas primeiras eleições livres para governadores, em 1982, a vitória de Leonel Brizola - "Brizola na cabeça" – representou desafio à ordem vigente. Ao longo da campanha das Diretas-já, o povo nas ruas contribuiu para consolidar o processo de transição democrática. Na sequência, Fernando Gabeira quase foi eleito prefeito da cidade contra ampla coligação de interesses conservadores. Em 1989, nas primeiras eleições diretas para presidente, outros comícios -imensos - por Lula e Brizola. A partir dos anos 1990, porém, no quadro da "administração das coisas", as eleições perderam encanto, cada vez mais dominadas pelo dinheiro e pelo marketeiros. Não terá chegado a hora de mais uma virada? Retomando tradições críticas que existem no tempo longo, enraizadas na cidade? É verdade que outra candidatura fala de si mesma como "um rio". Pode ser um rio qualquer.Mas o Rio rebelde, nas eleições de outubro, além de um programa, tem nome e sobrenome: Marcelo Freixo.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Música de olimpíada 2012 X 2016

Achei as duas músicas muito boas. Mas deixo pra "Galera" decidir qual é a melhor música, a da olimpíada de 2012 (Londres) ou a de 2016 (aqui na terra tupiniquim).

A primeira, do grupo que sou mega fã, Muse. Mostrando tudo que a Inglaterra tem de melhor em música, o Rock. Já a segunda é uma amálgama de diversos artistas da terrinha, entre eles, Catra, Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho, Ed Motta e muitos outros.

E aí qual é melhor?





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